Relógio

terça-feira, 26 de junho de 2012

Tartaruga Gigante de Rodrigues

 Dados do Quelônio:
Nome: Tartaruga Gigante de Rodrigues
Nome Científico: Cylindraspis vosmaeri, Geochelone vosmaeri
Época: Holoceno
Local onde viveu: Oceano Indico
Peso: Cerca de 120 quilos
Tamanho: 0,94 metros de comprimento
Alimentação: Herbívora

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudines
Família: Testudinidae
Gênero: Cylindrapis

Essa espécie de Tartaruga Gigante habitou a Ilha Rodrigues pertencente ao grupo de Ilhas Mascarenhas, no qual fazem parte também as ilhas Mauricius e Reunião. A Ilha Rodrigues está localizada a 1500 km a leste da costa de Madagascar, no Oceano Indico, a 560 km a leste da ilha de Mauricius. Com uma área de 109 km2, esta ilha foi descoberta em 1528 por um explorador português chamado Diogo Rodrigues, foi colonizado por franceses em 1691 e abandonada em 1693, em 1735 foi estabelecido um porto marítimo francês, foi conquistado pela Inglaterra em 1809 e só conseguiu sua independência em 1967.
A Tartaruga Gigante de Rodrigues foi considerada extinta em 1802, sua captura por parte de marinheiros que passavam pela ilha foi grande demais para manter uma população viável. Através de restos de animais encontrados em cavernas foram feita as reconstruções da espécie. Essa espécie podia atingir cerca de 94 centímetros de comprimento e 81 centímetros de largura de carapaça, alcançava 1,20 metros de altura e aproximadamente 120 quilos.
   A característica principal desta espécie é o seu longo pescoço, que termina em uma cabeça pequena e com um poderoso bico córneo, com uma carapaça de formato cilíndrico e com a borda superior frontal elevada, como uma sela, que facilitava a elevação do pescoço a 90º, apoiados em pernas extremamente fortes.
Acredita-se que vivam em grupos de diversos animais, como ilustrado na imagem acima e devido ao grande número de animais que habitavam a ilha, estima-se que o número de tartarugas removidas das Ilhas Rodrigues entre 1732 e 1771 foi de 280.000 animais.
    Devido a sua longevidade ainda procura-se animais desta espécie em zoológicos particulares, que possam ter sido confundido com outras espécies de tartarugas gigantes, pois acredita-se que esses animais podem viver até 200 anos. E mesmo não achando nenhum espécime vivo e confirmando sua extinção, através de algumas partes já encontradas, criou-se a hipótese de num futuro próximo efetuarmos a clonagem desse animal, trazendo-o "de volta a vida".

Fonte: http://avph.com.br/

segunda-feira, 25 de junho de 2012

George "O Solitário", último da sua espécie, morre em Galápagos



 George Solitário, a última tartaruga de sua espécie e um ícone de preservação ambiental, morreu no domingo de causas desconhecidas, afirmou o Parque Nacional de Galápagos. Acreditava-se que ele tinha cerca de 100 anos de idade.
George Solitário foi encontrado em 1972 e tornou-se um símbolo das Ilhas de Galápagos, no Equador, que atraíram cerca de 180 mil visitantes no ano passado.
"Esta manhã o guarda-florestal encarregado de cuidar das tartarugas encontrou George Solitário e seu corpo estava imóvel", afirmou o chefe do Parque Nacional de Galápagos, Edwin Naula, à Reuters. "O ciclo da vida dele chegou ao fim".
Acreditava-se que George tinha cerca de 100 anos de idade e era o último de uma espécie de tartarugas gigantes de La Pinta, uma das menores Ilhas de Galápagos, segundo o parque nacional.
As tartarugas gigantes de Galápagos, que podem viver até 200 anos, estão entre as espécies que ajudaram Charles Darwin a formular sua teoria da evolução no século 19.
O Parque Nacional do Arquipélago está considerando embalsamar o corpo de George para que ele seja exposto no parque, disse Naula.
Um porta-voz afirmou que o parque planeja levar adiante uma autópsia para determinar o que pode ter causado a morte da tartaruga.
Cientistas tentavam fazer com que George reproduzisse desde 1993, quando introduziram duas tartarugas fêmeas de subespécies diferentes em sua jaula. Elas puseram ovos duas vezes, mas eram inférteis.
As tartarugas foram caçadas por causa de sua carne por marinheiros e pescadores a ponto de chegar a extinção, enquanto seu habitat tem sido comido por bodes que foram trazidos do continente.
Cerca de 20 mil tartarugas gigantes vivem em Galápagos.

Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2012/06/25/george-solitario-ultima-tartaruga-da-especie-morre-em-galapagos.jhtm

sábado, 28 de abril de 2012

Incubação Artificial

Postagem retirada do Tartarugas AVPH .

Apresentamos um sistema de incubação simples, que porém apresenta grande funcionalidade, baixo custo e baixo consumo de energia. Testado e aprovado pela equipe do site Tartarugas AVPH, onde já nasceram mais de 100 tartaruguinhas.
   Primeiramente deve-se proporcionar um local adequado para a desova das tartarugas, podendo variar de espécie para espécie, porém um padrão que serviria para a grande maioria das espécies seria um solo composto de 50% de areia fina, 25% de terra comum e 25% de vermiculita. A área de desova e a profundidade também deve variar conforme a espécie, o número de animais e o tamanho dos mesmos. A área é de grande importância para evitar que mais de uma tartaruga desove no mesmo local, proporcionando assim a quebra de ovos, cada animal usará cerca de seu próprio diametro para escavar seu ninho, então proporcione uma área de 4 vezes ou mais o diâmetro somado de cada animal que poderá desovar no local. A profundidade deve ser igual ou superior ao comprimento de carapaça máximo da espécie que irá desovar.


O local da desova encontra-se com a a superfície remexida, sendo visualmente diferente do restante.


Cavar com devido cuidado para não atingir e danificar os ovos, os mesmos podem variar de profundidade entre 08 a 100 cm dependendo da espécie.


  Assim que expostos os ovos coloque a caixa de inubação próximo para evitar manuseios excessivos.


  Após bem posicionado, inicie a retirada dos ovos.

Ao retirar os ovos mantenha-os sempre na mesma posição ! Nunca os gire, pois levaria os embriões a morte. Em média as fêmeas adultas desovam cerca de 5 a 40 ovos dependendo da espécie, porém algumas podem desovar até 200 ovos, então ao términar de retirar os primeiros ovos aprofunde com muito cuidado ainda mais em busca dos próximos. Ao término verifique ainda mais fundo a existencia de mais ovos, pois algumas fêmeas podem desovar inicialmente, cobrir e logo em seguida desovar mais. Após a confirmação de que não há mais ovos, leve o pote com os ovos para a incubadora.


 Caixa de isopor de 100 L com tampa para confeccionar uma incubadora. O interior da caixa de isopor deverá conter o pote plástico contendo vermiculita com os ovos, termostato aquecedor submerso em água e fundo cheio de água.

 O termostato manterá a temperatura da água e consecutivamente do ambiente interno da caixa plástica constante. Esta temperatura ideal dependerá da espécie e do sexo dos niamais que se deseja incubar, pois no caso dos quelonios as temperaturas melhores para o desenvolvimento dos animais geram fêmeas e temperaturas mais adversas geram machos ou infertilizam os ovos. E essa temperatura ideal do ambiente depende do local onde o animal vive ou país de origem. Para se utilizar uma temperatura padrão que serve para 80% dos casos de incubação com quelônios, mantenha recomenda-se utilizar 28ºC.
   Nesse sistema o nível da água a ser adicionado, deve manter o termostato sempre submerso porém não deve invadir o pote plástico e molhar os ovos e nem deixar o pote flutuando, sendo este um detalhe importante ! 

 Ovos bons, verifica-se até a presença de arterias e veias.


Ovos não fecundados, ruins, que devem ser retirados durante o decorrer da incubação que dependendo da espécie pode demorar de 40 a 400 dias para nascerem.

sábado, 14 de abril de 2012

Tartaruga Madeira Preta

Dados do Quelônio:
Nome: Tartaruga Madeira Preta, Tartaruga Madeira Gigante, Tartaruga Preta do  Rio, Black River Turtle, Black wood turtle, Terrapene Negro (Cope, 1875)
Nome Científico: Rhinoclemmys funerea
Época: Holoceno
Local onde Vive: América Central
Tamanho: 33 centímetros de comprimento
Alimentação: Onívora

Reino: Animalia
Filo: Cordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Subclasse: Anapsida
Ordem: Testudines
Subordem: Cryptodira
Família: Bataguridae
Subfamília: Geoemydinae
Gênero: Rhinoclemmys
Espécie: funerea


A Tartaruga Madeira Gigante, assim denominada por atingir um grande porte e por possuir uma coloração de madeira escura é uma tartaruga de água doce que gosta de passar bastante tempo tomando sol ao longo do rio, sob a proteção de florestas úmidas, porém é mais ativa durante a noite. Habita Rios grandes e pequenos, pântanos, áreas alagadas e lagos. Apresenta o maxilar inferior amarelado e com pintas pretas, com carapaça de coloração variando de marrom escuro a preto, sendo a carapaça alta e convexa, levemente inclinada para os lados e com a superfície lisa que apresenta anéis de crescimento rugosos, as bordas do plastrão são amareladas. Exemplares jovens apresentam o plastrão inteiro levemente amarelado. The plastral formula is: abd > pect > gul > an > hum. a cabeça é moderadamente grande, com uma proteção leve acima do nariz e uma fenda na mandíbula superior. A lateral da cabeça é amarela rajada de preto. As pernas são fortes e espalmadas, apresentando bom desempenho tanto em terra quanto em água.
Sua alimentação varia de onívora quando jovem para herbívora quando adulta, se alimentando a base de plantas aquáticas, folhas, frutas, insetos, peixes, moluscos e carne. Quase sempre saem para se alimentar em terra a noite e passam bastante tempo a procura de alimentos em terra, por isso possuem pernas fortes e adaptadas ao caminhar em terra, que prejudicam seu desempenho para nadar, principalmente em água correntes. Um problema ocasionado pela sua grande exposição ao ambiente terrestre é a presença de parasitas que podem se alojar, como carrapatos por exemplo.
Habitam a América Central, desde Honduras, Nicarágua, Costa Rica, indo até o sul do Panamá. Originalmente esta espécie era classificada como Chelopus funereus.
Seus maiores predadores naturais são os jacarés e aligátores, porém coiotes, pequenos mamíferos e aves rapineiras podem capturar tartarugas recém nascidas e ovos.
Os machos apresentam o plastrão côncavo e mais comprido, com caudas mais grossas e com a cloaca mais distante do plastrão. As fêmeas apresentam o plastrão reto e caudas curtas com a cloaca junto ao plastrão.
A maturidade sexual é atingida com aproximadamente 20 cm de carapaça, onde espermatogênese (criação do esperma) inicia de Abril até Agosto e as fêmeas ovulam de Abril até Julho. Durante o acasalamento, o macho persegue a fêmea na água e quando ela para de fugir, eles nadam lado a lado e  macho estende o pescoço e vibra rapidamente a cabeça para cima e para baixo. As fêmeas constroem cerca de 4 ninhos com 3 ovos aproximadamente em cada ninho por temporada. Os ovos são brancos, com a casca delicada e elipsoidal, medindo cerca de 68 x 35 mm em média,podendo chegar até a 76 x 39 mm. As tartaruguinhas nascem em média com 55 mm de comprimento de carapaça.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Tartaruga Russa

Dados do Quelônio:
Nome:
Tartaruga Russa ou Tartaruga da Estepe
Nome Científico:
Agrionemys horsfieldii
Época:
Holoceno
Local onde Vive:
Ásia
Tamanho: 20 centímetros de comprimento
Alimentação:
Herbívora

Classificação Zoológica

Filo:
Chordata
Classe:
Reptilia
Ordem:
Chelonia
Subordem:
Cryptodira
Família:
Testudinidae
Gênero:
Agrionemys

A Tartaruga Russa também conhecida como Tartaruga da estepe ou Tartaruga Afegã, pois é originária da Ásia central, possuí uma carapaça bem redonda, de cor clara com manchas escuras, senda as patas e a cabeça de cor marrom, com grandes e resistentes escamas nas patas que possuem 4 dedos cada. Costuma habitar estepes e zonas semi-áridas, com clima seco, frio e de vegetação escassa.
    Esta espécie possui uma alimentação herbívora, sendo baseada em plantas silvestres entre outros vegetais.
    Os machos possuem a cauda mais comprida e larga que as fêmeas e os escudos anais são mais abertos
    Existem 4 sub-espécies de Agrionemys horsfieldii:
    Agrionemys horsfieldii baluchiorum que habita o norte do Paquistão e nordeste do Irã e Afeganistão.
    Agrionemys horsfieldii horsfieldii que habita desde o Uzbequistão até o noroeste da China
    Agrionemys horsfieldii kazachstanicaque habita o Kazaquistão
    Agrionemys horsfieldii rustamovi habita o Turkmenistão.

terça-feira, 13 de março de 2012

Estrutura e Crescimento de uma Corn Snake



O comprimento das cobras varia de 1,20m a 1,50m, raramente ultrapassando isto. Centenas de minúsculas vértebras e costelas cobrem essa distância e se conectam umas às outras através de um sistema complexo de músculos, criando uma flexibilidade incomparável. Uma pele extremamente elástica se prende aos músculos e é coberta por escamas feitas de queratina, a mesma substância das nossas unhas. As escamas são produzidas pela epiderme, a camada externa da pele. À medida que a cobra cresce, o número e padrão das suas escamas permanece o mesmo, embora a cobra troque suas escamas muitas vezes no curso da vida.
 


Ao contrário das pessoas, que descamam constantemente a pele gasta soltando minúsculos pedaços, as cobras trocam todas as suas escamas e a pele externa de uma vez só durante um processo chamado de troca de pele. Quando a pele e as escamas começam a ficar gastas pelo tempo e atrito, a epiderme começa a criar novas células para separar a pele velha da camada interna que está se desenvolvendo. As novas células se liqüefazem, fazendo a camada externa amolecer. Quando a camada externa está pronta para cair, a cobra raspa as margens da sua boca contra uma superfície dura, como uma pedra, até que a camada externa comece a se enrolar ao redor da cabeça. Ela continua se raspando e rastejando até ficar completamente livre da pele morta. O processo de troca de pele, que leva cerca de 7 dias, podendo variar de acordo com a humidade e é repetido de tempos em tempos.

Como as pessoas, as cobras crescem rapidamente até atingirem a maturidade, o que pode levar de 2 a 4 anos, porém a partir de um ano e meio já podem se reproduzir se tiverem um bom desenvolvimento; contudo, seu crescimento, embora seja muito mais lento depois da maturidade, nunca para. Esse é um fenômeno conhecido como crescimento interminável. Uma Corn Snake pode viver cerca de 12 a 15 anos, alguns criadores tem registros que chegam a cerca 20 anos.

domingo, 11 de março de 2012

Tartaruga Gigante de Aldabra

  Dados do Quelônio:
Nome: Tartaruga Gigante de Aldabra, Aldabran giant tortoise
Nome Científico: Geochelone gigantia, Dipsochelys dussumieri
Época: Holoceno
Local onde Vive: Atol de Aldabra no Oceano Indico
Peso: Cerca de 200 quilos
Tamanho: 125 centímetros de comprimento
Alimentação: Onívora

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudines
Família: Testudinidae
Gênero: Geochelone ( Dipsochelys  )




A Tartaruga Gigante de Aldabra é a 2ª maior espécie de tartaruga terrestre do mundo, habitam as 3 ilhas do Atol de Aldabra, onde procuram áreas de mangues e lama e áreas abertas, semelhantes às savanas, para regular a temperatura e procurar alimento.Em Aldabra existem 152000 tartarugas gigantes, o que o torna um verdadeiro "Paraíso das Tartarugas" e é considera refugio da vida selvagem e Patrimônio mundial pela UNESCO. O Atol possuí uma enorme lagoa em seu interior que inundada duas vezes por dia pelas marés, que proporcionam uma grande diversidade de vida marinha.
 Os Machos atingem maiores tamanhos que as fêmeas, podendo chegar aos 1,25 metros de comprimento de carapaça porém são um pouco mais leves, em média 120 quilos, enquanto as fêmeas atingem no máximo 0,91 cm de comprimento, porém com pesos superiores aos dos machos, chegando em média a 160 quilos. A cauda dos machos são mais largas e compridas que as das fêmeas. A reprodução tem inicio de Fevereiro a Maio e em média desovam entre 4 e 14 ovos por postura, que eclodem após 100 a 210 dias de incubação, em média 130 dias, que costuma ocorrer de Outubro a Dezembro.
 Sua dieta é vegetariana, baseada em folhas, frutas e legumes, porém come carne quando encontra a disposição, essa dieta carnívora vai diminuindo conforme a idade do animal, animais mais velhos tendem a se alimentar mais de vegetais. Estima-se que podem atingir os 200 anos de idade.
  Apesar de seu enorme peso, esses animais ainda são capazes de nadar boas distâncias, flutuando na superfície com a cabeça e parte do casco acima da superfície, como na foto abaixo:

Essa espécie teve "sorte" e sobreviveu bem durante a época de matanças por parte dos marinheiros e seus "animais" invasores, existindo ainda um grande número exemplares, pois diversas outras espécies de tartarugas gigantes do oceano indico, suas parentes próximas, não sobreviveram, como as Tartarugas Gigantes de Rodrigues, Tartarugas Gigantes das ilhas Reunião, Tartarugas Gigantes de Mauricius e as Tartarugas Gigantes de Madagascar.
   A classificação correta dessa espécie gerou diversas controvérsias durante os séculos de descoberta da mesma. Foi identificada como Testudo elephantina por Duméril and Bibron em 1835, em 1982 foi classificada por Bour como Dipsochelys gigantea e em 1979 foi nomeada Geochelone gigantea por Arnold, nomenclatura mais aceita no meio científico.
   No começo do ano de 2006 morreu uma Tartaruga Gigante de Aldabra do Zoológico de Calcutá chamada Addwaita ( foto abaixo ), essa tartaruga era considerada uma das criaturas mais velhas do planeta, pois acreditava-se que ela tinha 250 anos de idade. A tartaruga foi um presente do Lord Robert Clive comandante da Companhia das Índias Orientais, que estabeleceu uma colônia Britânica na Índia e retornou para a Inglaterra em 1767. Addwaita viveu inicialmente em um jardim ( Clive's garden ) e só foi doada para o zoológico em 1875. Ela morreu por causa de uma rachadura no casco que não cicatrizou, mesmo após todos os cuidados dos veterinários, devido a sua idade avançada tornou difícil sua recuperação. Porém como não existem provas de sua verdadeira idade, estão realizando exames de DNA para determinar a data correta de seu nascimento.