Relógio

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Gecko Leopardo

Os Geckos Leopardo são originários da zona geográfica que se estende desde o Irão ao norte da índia passando pelo Paquistão e Afganistão. Estes animais de nome científico Eublepharis macularius, é um dos mais populares da sua família. Para tal contribui a sua bonita coloração composta por tons de dourado, preto e branco e o seu distinto temperamento. É que na sua maioria, os Geckos são conhecidos por serem agressivos e dificilmente estabelecerem uma boa relação com o Homem. No entanto, os Geckos Leopardo têm um comportamento bastante amigável podendo ser facilmente manuseados na sua fase adulta. Os mais jovens têm um comportamento um pouco mais defensivo produzindo alguns sons estranhos. Mas isso nada é do que uma reacção inata ao perigo. Uma mordidela de Gecko Leopardo nem sequer é considerada perigosa.

Estes Geckos têm hábitos predominantemente nocturnos estando então muito activos durante a noite procurando as suas presas. Observá-los nesta actividade é uma tarefa bastante gratificante. O seu olhar alargado, vivo e alerta redobra de interesse quando ele avista a sua presa. Aliás, é desta vivacidade de olhar que lhe vem o nome eublephar que em latim significa pálpebra.

A pele, que regularmente mudam, estranhamente faz parte da sua dieta. Nunca retira a pele ao seu Gecko pois pode cortá-la. Se achar que pode ser necessária a sua intervenção consulte um veterinário especializado neste tipo de animais
  
Temperamento
 Como já foi referido, o Gecko Leopardo é bastante querido pelo seu carácter amigável com o homem. No entanto, nos primeiros dias de cativeiro deverá trabalhar para facilitar a adaptação do Gecko a si. Quando for alimentá-lo por exemplo, aproxime a sua mão lentamente mas mantenha-a lá dentro durante algum tempo. Ao cabo de uma semana, o seu Gecko já se sentirá à vontade para receber uma curtas
  
Terrário
 Um habitat do tipo terrário é o mais indicado para manter os Geckos em cativeiro. Se optar por ter mais do que um animal deve providenciar dois espaços separados, uma vez que os machos tendem a lutar por questões territoriais. A composição do terrário deve fornecer um ambiente o mais confortável e parecido com o natural possível. O fundo deve ser coberto de areia não muito fina, preferencialmente areia estéril especial para répteis à venda nas lojas de animais de estimação. Deste modo terá uma maior protecção ao desenvolvimento de parasitas no interior no terrário. Uma vez que o Gecko Leopardo não possui ventosas nas patas como a maioria das espécies Gecko, deve instalar no terrário alguns elementos decorativos como ramos que permitam ao animal trepar. Assegure que os ramos que coloca têm capacidade para suportar o peso do animal. Poderá acrescentar também alguns esconderijos como rochas e pequenas plantas. O recipiente da água deve ser raso de modo a permitir que o Gecko possa ser trepar e beber ser correr o risco de se afogar.
A temperatura ambiente diurna dever estar entre os 21ºc e os 26ºc e a nocturna entre os 16ºc e os 21ºc. Estas temperaturas podem ser conseguidas facilmente através de uma lâmpada específica para répteis a colocar no topo e de um aquecedor próprio para dois terços do fundo do terrário. De modo a controlar facilmente os níveis de temperatura e o bom funcionamento dos meios de aquecimento, recomendamos o uso de um termómetro.

 Alimentação
 Os Geckos alimentam-se de pequenos insectos como grilos e minhocas que constituem a sua dieta ideal. Estes devem ser previamente polvilhados com vitaminas e suplemento de cálcio. As minhocas ficam frequentemente vivas no interior do animal pelo que é aconselhável cortá-las previamente

Saúde
 Mantido sempre em boas condições de saúde e alimentação, o Gecko Leopardo pode atingir 8 inches (cauda incluída) e viver de doze a dezoito anos. Na maturidade, perde a cauda e uma nova nasce em seu lugar.
Um dos maiores problemas de saúde dos Geckos é Osteoporose que se traduz num sistemático enfraquecimento dos ossos causado maioritariamente por um deficiente suplemento de cálcio. Uma outra questão importante é a infecção das vias respiratórias. Isto pode acontecer se o Gecko não estiver num ambiente suficientemente quente. Nestes casos recorra imediatamente a um veterinário, dada a sensibilidade destes animais, uma doença mal tratada pode conduzir à morte.
Mantenha-se sempre atento à potencial presença de parasitas, pois estes são os principais causadores de propagação de doenças e de infecções.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Popularização das Iguanas



Os motivos para a extrema popularidade do Iguana como pet são vários. E ainda que este hobby já exista há mais de uma década, tudo indica que a explosão do interesse do público tem data e nome marcados: o filme Jurassic Park, de Steven Spielberg, um dos maiores fenômenos de bilheteria da história de Hollywood.
É o que observa Jerry Walls, da TFH. "Depois do filme, aumentou o interesse das pessoas pelos Iguanas e outros lagartos como potenciais bichos de estimação, em função de suas semelhanças físicas com os protagonistas pré-históricos de Jurassic Park." A partir daí, a mídia deu aquela forcinha de-cisiva, mantendo a espécie permanentemente em evidência. "Tem sempre um artista conhecido aparecendo com um Iguana no ombro", observa Ray Busby, da Reptile Breeder Association.
No mercado brasileiro, o fenômeno se repete. No ano passado, depois que o Fantástico, da TV Globo, mostrou uma reportagem sobre Iguanas, muitas petshops receberam dezenas de ligações por dia de pessoas querendo saber onde adquirir um exemplar.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Iguana: A Estrela dos Répteis




O próspero mercado norte-americano de répteis e anfíbios para criação doméstica, uma única espécie, o Iguana iguana, ou Iguana Verde, como é popularmente conhecido, é, de longe, a principal estrela. Para se ter uma idéia da sua importância, nos Estados Unidos é considerado "the first reptile pet", o mais popular bicho de estimação no segmento de répteis, chamado de herps.
Em torno dele - conforme apontou Cães & Cia, nas matérias sobre serpentes e anfíbios, publicadas nas edições 208 e 216 -, desenvolveu-se uma verdadeira indústria, com pet shops, publicações dirigidas, enorme disponibilidade de acessórios e alimentos exclusivos. Há centenas de clubes e associações que divulgam a sua criação, promovendo ainda a integração entre os hobistas. A mais importante delas, a American Federation of Herpetoculturists, que edita a revista Vivarium, reúne 15 mil filiados.
Uma boa parte do que é desenvolvido e produzido para os herps está voltada exclusivamente aos Iguanas. Há também fazendas e ranchos especializados na criação de répteis. Instalados em países onde a legislação permite a produção, comercialização e exportação desses animais - entre eles Nicarágua, El Salvador, Colômbia, o maior produtor, e alguns estados americanos -, a ênfase desses criadores é, justamente, o Iguana Verde. Só uma dessas fazendas - sediada na Colômbia - exporta para os EUA 80 mil dos cerca de 120 mil exemplares de Iguanas que produz anualmente. Além de manter outros répteis, como crocodilos e serpentes - o governo colombiano, através do Ministério do Meio Ambiente, faz um controle rigoroso sobre os cerca de 40 estabelecimentos similares que funcionam hoje naquele País. "Os animais são criados soltos, em áreas separadas por espécie, que procuram reproduzir seu ambiente natural", conta a proprietária da importadora Tropical Reptiles, de Miami, Sílvia Rodrigues.
Outro indicativo da grandeza do hobby, segundo Jerry Walls, da TFH Publications, maior editora sobre pets do mundo, está nas estimativas do governo americano, que indicam que cerca de 800 mil Iguanas entraram no país nos últimos cinco anos. Para ele, os Iguanas Verdes são, incontestavelmente, a maior fatia do mercado dos herps. "Sua comercialização é duas vezes maior do que a da cobra Corn Snake e a do lagarto Leopard Gecko, que ocupam o segundo lugar na preferência dos hobistas americanos", compara Jerry, informando que tem mais de dez títulos dedicados exclusivamente à espécie, além de um capítulo especial para o Iguana Verde em muitas das obras sobre lagartos lançadas pela editora. "Não dá para não falar do Iguana Verde. Ele é disparado o mais popular."

sábado, 24 de dezembro de 2011

Arraia Porco Espinho

Potamotrygon hystrix

Nome Popular: Arraia Manchada, Arraia Cocau, Arraia Porco-espinho, Porcupine river stingray
Família: Potamotrygonidae
Distribuição: América do Sul: Bacia do Rio Paraná até Paraguai
pH: 6.0 – 7.0 dureza: < 10 temperatura: 24º – 26°C
Tamanho adulto: 40cm (peso médio adulto 15Kg)
Sociabilidade: Sozinho ou grupo (excelente com outras espécies), pacífico, predador
Manutenção: Médio
Zona do aquário: Fundo
Aquário mínimo: 200x60x60 (720L)

Alimentação: Carnívoro. Alimenta-se principalmente de invertebrados bentônicos e pequenos peixes. Em aquário dificilmente aceita rações, preferindo alimentos vivos ou alimentos congelados. Quando jovens alimenta-se de alimentos vivos como artêmias, larvas de mosquito e pequenos caracóis. Adultos alimentam-se de peixes, caracóis grandes e pedaços de carnes magras como de peixes, camarão, mariscos, frango e coração de boi.

Características: Esta espécie possui um belo e excelente padrão de camuflagem, sendo encontrado parcialmente escondido no fundo de areia. Com este comportamento, aliado a sua perfeita imobilidade a sua capacidade homócromo, torna-se praticamente imperceptível a olhos nus humano e para suas potenciais presas. Como qualquer espécie da família, apresenta rabo equipado com um ou mais espinhos que caem espontaneamente e são substituídos 2 ou 3 vezes ao ano. Sua coluna vertebral é revestido com muco extremamente tóxico produzido pelas células da pele, que pode infligir dolorosas feridas. Pode ser confundido com holótipos coletados no Peru, segundo especialistas, trata-se de espécies totalmente diferentes.

Reprodução: Sexuada (fecundação interna). Período de gestação varia entre 26 e 28 semanas. Amplitude etária menor que 60 meses para machos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Dentes de Kinguios

Sim, kinguios tem dentes. Por acaso, eu estava de bobeira na internet, procurando coisas a respeito sobre kinguios, e achei uma postagem interessante em um fórum internacional, falando a respeito sobre os dentes de kinguios, eu traduzi a página para que vocês possam saber mais a respeito.
Espero que gostem.

Muitas pessoas acreditam que goldfish (kinguios) não tem dentes, mas o fato real da matéria, é que SIM, goldfish (kinguios) têm dentes. Ao alimentar peixinhos dourados e você vê-los comer você não vai ver os dentes na frente de sua boca como nós que usamos para comer, mas eles têm os dentes mais para trás usado para quebrar e digerir os alimentos. Goldfish (kinguios) tem alguns dentes em suas mandíbulas, mas a maioria dos dentes peixinho estão em sua garganta chamados dentes faríngeos.

Só porque você não pode ver os dentes peixinho não significa que eles não estão lá. Lotes se as pessoas acreditam que goldfish não tem dentes, mas eles fazem. TeethHere Goldfish é uma imagem de dentes peixinho para que você possa ver o que eu estou falando. Você pode ver esses dentes ósseos como a estrutura profunda dentro da boca deste peixe. Muito arrumado eh!

Então quando as pessoas te dizer que goldfish não tem dentes, você pode corrigi-los e mostrar-lhes esta imagem:



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tracajá

Ordem: Chelonia

Família: Pelomedusidae

Nome popular: Tracajá

Nome em inglês: Yellow-spotted Amazon River Turtle

Nome científico: Podocnemis unifilis

Distribuição geográfica: Norte, nordeste e Centro-oeste da América do Sul.

Habitat: Rios de floresta tropical.

Hábitos alimentares: Onívoro, alimentando-se também de plâncton fluvial.

Reprodução:
Postura de quinze a trinta ovos em buracos na margem dos rios.

Período de vida: entre sessenta e noventa anos



O tracajá (Podocnemis unifilis) é uma espécie de cágado comum na Amazônia, encontrada nas regiões Norte, Centro-oeste e parte da região Nordeste. Quando adulta pode chegar a 45 cm e pesar 8 kg.

É um animal muito visado pelo comércio ilegal porque faz parte do cardápio habitual das populações ribeirinhas.

Geralmente estes animais são predados quando estão desovando, porque na terra seus movimentos são mais lentos e vulneráveis. Por isso o tracajá prefere realizar a sua desova em barrancos de rios e lagos, lugares mais escondidos com lama ou folhas. Isto contribui para diminuir a predação dos ovos se compararmos com um parente próximo, a tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa).

Este outro cágado é o maior quelônio de água doce da América do Sul e pertence ao mesmo gênero do tracajá. A tartaruga-da-amazônia pode atingir 80 cm de comprimento e pesar 60 kg, o que resulta em um animal muito grande e pesado fora da água, que é o seu ambiente natural, tornando-a uma presa mais fácil em terra do que outros quelônios desta região. Os filhotes de
ambas as espécies são muito delicados e pequenos ao nascerem, por isso a enorme preocupação de órgãos de conservação e proteção com os locais de desova.

Os filhotes de tracajá tem como característica manchas amarelas bem visíveis na região cefálica, mas estas manchas vão desaparecendo conforme o desenvolvimento do animal e, nas fêmeas adultas, acabam por sumir completamente. O tracajá faz uma postura de 20 ovos aproximadamente, que ficam incubados por um período de 90 a 220 dias. Destes 20 filhotes, em média apenas um ou dois atingirão a fase adulta. Desde que nascem estes pequenos precisam lutar pela sua sobrevivência.

Para chegar do ninho até a água passam por muitos predadores como onças, algumas aves e mesmo na água a luta continua, fugindo de peixes carnívoros. Isto é parte da seleção natural, com os predadores pegando os menos aptos. Só não é natural a predação provocada pelo homem, devido a seus excessos.


Fonte

domingo, 4 de dezembro de 2011

Tigre D'água

O Tigre D´água cujo nome é relativo as listras amareladas presentes no animal é originário do sul do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, habitando principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim, ocorre também no Uruguai e nordeste da Argentina. Habitando preferencialmente pântanos, banhados, lagos, riachos e rios. Em inglês é conhecida como D'Orbigny's slider turtle. Podem atingir cerca de 40 anos de idade.

Desova entre 1 e 18 ovos por postura e ovos eclodem após 60 a 120 dias de incubação. Os filhotes saem dos ovos com cerca de 3 centímetros de comprimento.  As tartarugas jovens nascem com um colorido mais "vivo", vários tons em verdes claro e cores mais amareladas, ao se tornarem adultos, sua coloração vai se tornando mais escuro, passando de verde para preto e amarelo para laranja.

Os machos de Tigres dágua apresentam a cauda mais comprida e mais grossa que a das fêmeas, sendo que a cauda do macho é negra e a da fêmea apresenta as mesmas listas alaranjadas da cabeça. O macho é relativamente pequeno perto da fêmea, no máximo chega a medir  25 centímetros já as fêmeas atingem 35 centímetros, os machos tem a cabeça bem escura quase preta,  a carapaça é toda manchada de amarelo, sendo muito difícil distinguir os desenhos da carapaça como ocorre com as carapaças das fêmeas. Esta espécie difere de sua prima norte americana de orelha vermelha no aspecto das unhas compridas nos machos, pois os machos de Tigre dágua não tem as unhas compridas como as dos machos de Tartaruga de Orelha Vermelhas.

Dados do Quelônio:
Nome: Tigre D´água
Nome Científico: Trachemys dorbignyi
Época: Holoceno
Local onde Vive: América do Sul
Peso: Cerca de 2 quilos
Tamanho: 35 centímetros de comprimento
Alimentação: Onívora
Ordem: Testudines
Família: Emydidae