Relógio

domingo, 26 de junho de 2011

Cobra - do - Milho (Corn Snake)

Nome científico: Pantherophis guttatus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Répteis
Ordem: Serpentes
Família: Colubridae
Género: Pantherophis

Por Inês Snyckers

História, nome e origem
A Pantherophis guttatus, anteriormente chamada Elaphe guttatus, tem como nome comum «cobra-do-milho», devido às suas origens. É originária dos celeiros dos EUA, México e ilhas Caimão, onde caçava e caça ratos, não actuando como uma peste, mas sim ajudando os agricultores a controlar as colónias de ratos.

Mas a sua história vem já de há muito tempo atrás. As tribos Okeetee, que viviam na América, idolatravam estas cobras, dizendo que eram espíritos que nasciam do milho, devido ao facto de as suas cores serem idênticas às do milho índio, que já não é cultivado. A variação de cores Okeetee é um tributo a esse passado.

Habitat
Encontram-se normalmente em encostas rochosas, pinhais, em terras cultivadas (por exemplo, milheirais) e em zonas abertas, preferindo habitats secos a zonas pantanosas, não sendo, no entanto, muito selectivas. Embora trepem bem, são normalmente encontradas no solo, gostando de passar bastante tempo enterradas.

São animais diurnos ou crepusculares, consoante as temperaturas. Normalmente, na Primavera são diurnas e no Verão nocturnas.

CUIDADOS BÁSICOS

Iluminação
As cobras do milho devem desfrutar de 12 horas de luz diária, utilizando lâmpadas próprias e um temporizador.

Alimentação
As cobras-do-milho alimentam-se de ratos, que podem ser vivos ou congelados. Eu dou à minha congelados, porque os vivos podem magoar ou até matar a cobra com uma dentada no crânio. Embora existam muitas cobras que não aceitam a comida congelada, existe uma solução: com uma pinça própria, agarra-se no rato já descongelado pelas patas traseiras, para que a cobra agarre o rato pela cabeça, por ser mais fácil para ela. Agita-se um pouco para captar a sua atenção e, mal ela ataca, larga-se, senão ela perde o interesse.

A minha cobra-do-milho é alimentada com ratos congelados desde que nasceu, o que ajuda imenso, porque o processo anterior pode ser assim completamente eliminado. A loja Zooexótico, em Lisboa, vende cobras já habituadas aos ratos congelados.  
Humidade
As cobras-do-milho necessitam de uma humidade de 60 por cento, e de 80% durante a muda de pele. Pode medir a humidade com um higrómetro como o que vê à direita. 

Temperatura e terrário
O terrário é o factor mais importante para uma cobra saudável.

Um de pelo menos 75cm de comprimento, 30cm de largura e 30cm de altura basta, e tem de ser bem arejado.

Pessoalmente, gosto de utilizar terrários maiores, como por exemplo de 70cm de comprimento, 60cm de largura e 40cm de altura, pois permitem às cobras mais espaço para se exercitarem.

Cuidado, as cobras-do-milho são mestras das fugas, e passam por onde a sua cabeça couber.

O terrário deve manter uma temperatura entre os 26 e os 28 ºC, descendo um pouco à noite.

Se não quiser que a sua cobra hiberne, use um tapete de aquecimento no Inverno.

Os componentes do terrário de uma cobra jovem (até aos dois anos) são bastante simples: basta um bebedouro/piscina próprio para répteis. Esta deve estar sempre com água limpa e fresca, pois a cobra não só lá vai beber, como mergulha em caso de sobreaquecimento do terrário.

Necessita também de uma planta, preferencialmente falsa e própria para répteis, um tronco, dois esconderijos, um de cada lado, e um substrato de bark e/ou húmus.

Pode encontrar estes adereços e outros na loja Zooexótico.

Manuseamento
As cobras-do-milho reconhecem o seu dono pela maneira como ele se comporta com elas na mão e pelo cheiro. Mexer-lhes regularmente é uma óptima maneira de as habituar ao dono, e rapidamente serão amigos para a vida.

Evitar movimentos bruscos é a chave para o manuseamento de uma Corn. No início, deve sempre ser manuseada dentro do terrário, pois se fugir pode ficar várias semanas escondida.

Se a cobra ficar imóvel por muito tempo quando a manuseia, é bom sinal: quer dizer que já tem confiança e não está nervosa.

Sexagem
As cobras-do-milho não são muito difíceis de sexar. As fêmeas tem uma grande diferença do corpo para a cauda, com uma mudança brusca de grossura na base da cauda. O macho tem linhas mais fluidas.

Dimensões e esperança de vida
As cobras-do-milho adultas atingem entre 76 e 152cm de comprimento, embora não se note, pois enroladas, como estão sempre, cabem na palma das mãos. O record máximo de comprimento é 183cm.

A sua esperança de vida varia entre os 12 e os 18 anos, mas o maior espécime registado possuía 21 anos e 9 meses.

Cores
Há demasiadas cores para descrever todas. Pode ver algumas aqui, mas há muitas mais, e são encontradas novas colorações todos os dias.

Doenças
Sendo cobras muito saudáveis, não são muitas as doenças e não são difíceis de resolver. Em caso de doença mais séria, nunca leve a sua cobra a um veterinário comum, mas sempre a um veterinário de animais exóticos. Informe-se junto de um hospital de animais.

Problemas na mudança da pele
Se as cobras não tiverem um bom nível de humidade, isso pode traduzir-se em problemas na muda; por exemplo, pode ficar pele na ponta da cauda ou ao longo do dorso do animal. Neste caso, deve-se mergulhar a parte afectada em água morna e depois retirá-la com cuidado.

O pior que se pode passar é, quando se vai ver a pele depois de saída, verificar-se a falta das escamas que cobrem os olhos. Neste caso, as escamas ficarão em cima das novas, impossibilitando a visão. Se isto acontecer, as escamas velhas devem ser rapidamente retiradas por um especialista, para não provocar cegueira na cobra.

Parasitas
Se verificar pontos brancos, pretos ou vermelhos em volta dos olhos da sua cobra ou ao longo do corpo, limpe-a rapidamente com um cotonete ou papel higiénico. Para manter a cobra quieta, segure-lhe a base da cabeça em cima e em baixo e pressione levemente.

Outros problemas
Se a cobra fizer barulho ao respirar, tiver a zona anal suja, diarreia, aspecto queijoso dentro da boca ou alguma coisa que não lhe pareça normal, contacte logo o seu veterinário especialista.
 
Fonte:Bicharada.net

Iguana Verde

Nome científico: Iguana iguana
 

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Iguanidae
Género: Iguana
Espécie: I. iguana

Outros nomes
Iguana-comum

 

Origem
A Iguana-verde vive num território que ocupa parte da América Central e da América do Sul.

Em cativeiro
Quando olhamos uma pequena Iguana na montra de uma loja de animais, a primeira impressão que fica é que estamos perante um animal feroz, frio - um dinossáurio em miniatura.
No entanto, este animal de companhia é um amigo que necessita de muita atenção e é extremamente frágil, fora do seu habitat natural.

Muito higiénicos
Curiosamente, estes dóceis animais são o que de mais higiénico podemos encontrar nos animais de companhia.
Não têm cheiros característicos, não fazem barulho e não tentam a todo o custo abandonar o seu local privado, as suas saídas são apenas aquelas que o dono entende que deve ter, e nem por isso se sente abandonado e desfaz metade da casa.

Terrário
Um animal destes, se chegar a adulto, vai atingir cerca de 2,0 m, pelo que, quando fizer a sua aquisição, deve ter isso presente, já que vai necessitar de um grande terrário, com aquecimento e iluminação, que são factores de extrema importância, necessários desde o primeiro instante.

Alimentação
A alimentação deve ser feita com base em vegetais e frutas cortadas aos pedaços, todos os que servem para a alimentação humana, desde que sejam muito bem lavados em água corrente.
É indispensável um complemento de cálcio, que poderá encontrar em qualquer casa que venda alimentação para animais.

Longevidade
Uma iguana em cativeiro pode viver cerca de 15 anos

Iguana de Estimação

É claro que a iguana jamais será um companheiro na acepção da palavra, como um cão ou um gato. Mas tampouco espere que ele tenha um comportamento agressivo, apesar da aparência jurássica. A não ser que se sinta ameaçado. "Aí pode até usar a cauda como um chicote, além de arranhar e morder", alerta a bióloga Paola Antoniassi, da clínica Pet Center Marginal, em São Paulo. A reação intempestiva virá se o bicho for manuseado de forma brusca. Crianças, portanto, não combinam com essas criaturas primitivas.
Importante: o réptil deve ser adquirido de um criadouro autorizado pelo ibama.O órgão exige que ele venha com um microship cujo número de registro deve coincidir com o que consta em sua nota fiscal. Em relação às doenças que os animais transmitem para o homem, o maior risco, no caso, é a salmonelose, infecção por bactéria que provoca diarréia e vômitos. "Para prevenir o transtorno, mantenha o terrário limpo, lave as mãos depois de tocar no bicho e leve-o ao veterinário para livrá-lo de desnutrição, pneumonia, problemas de pele e estômago", recomenda o especialista Roberto Fecchio, do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo.
Tudo de que um iguana precisa é um terrário com um bom sistema de aquecimento. "Isso é importante para seu metabolismo funcionar direito", justifica o veterinário Rodrigo Teixeira, do ParqueZoológico de Sorocaba, no interior paulista. "Já a luz ultravioleta ajuda a fixar a vitamina D." A umidade ideal deve estar entre 70% e 80%. Para controlá-la, compre um medidor. Se o dispositivo acusar que a umidade está abaixo do recomendável, borrife água no ambiente. Quanto ao cardápio do réptil, é variado e pouco convencional.
"Insetos como tenébrio, grilo, barata e até filhotes recém nascidos de rato devem ser oferecidos duas vezes por semana, em dias alternados", recomenda Teixeira. Haja estômago! "Mas o iguana também pode se deleitar com uma ração específica, complementada com frutas, verduras, legumes, ovo ou carne, em dias alternados", acrescenta Paola Antoniassi, para tranqüilidade geral. Ah, ele gosta de rosas, mas nada de colhê-las no jardim. Só lhe dê para comer aquelas que são vendidas em lojas especializadas. Vale o mesmo para os insetos.

Ficha
Nome científico: Iguana iguana

Nomes populares: Iguana, iguana-verde, camaleão, sinimbu

Origem: América do Sul. Vive em regiões variadas, desde as tropicais até as desérticas. É muito comum no México

Tamanho: Pode chegar aos 2,50 metros, mas no Brasil não costuma ultrapassar 1,80

Coloração: Varia de verde-limão até marrom-acinzentado

Expectativa de vida: 15 anos

sábado, 25 de junho de 2011

Criando uma jibóia em casa


Quem tem em vista de criar um animal exótico em casa pode começar a pensar na jibóia. Sim elas podem ser sim criadas desde que adquiridas de forma legalizada, normalmente são animais que nascem em cativeiro.

Como todas as serpentes, elas necessitam de um terrário que deve ter as proporções mais indicadas para espécie, se baseia que esse terrário deve ser 2/3 do tamanho total do animal, a altura e largura devem ser 1/3 do comprimento do animal. Deve ser bem arejado, porém, deve ter uma fonte de calor que deve ser controlada com termostato, a temperatura deve estar de 25° e 30°C. Escolha um bom substrato para ser usado no fundo, algo que ajude a reter fezes e a urina do animal.Normalmente em pet shop vende esses terrários quase prontos. O terrário deve ter um local mais quente e outro mais fresco é bom assim pra que ela possa escolher onde ficar.

Na alimentação as serpentes no geral elas preferem comer os alimentos vivos, na maioria das vezes ratinhos, pode ser dado já mortos, porém, a preferência são os animais vivos.Esses camundongos podem ser comprados em pet shop também ou em criadores com essa finalidade!A melhor forma de alimentá-las é tirando do terrário.

A jibóia é um animal que não tem veneno, porém, seus dentes são bem potentes e podem machucar muito, principalmente, pois o reflexo das pessoas é puxar a mão quando são mordidas e isso é muito pior, pois rasga a pele.

Faça da melhor maneira esse animal seu aliado, uma companheira e principalmente cuidando muito bem dela, sempre com amor e carinho.

Píton


Ao criar um animal principalmente um que seja exótico é muito importante você se atentar a aspectos como o ambiente, o qual ele vai passar a viver, que deve ser o mais próximo ao habitat natural e pra isso você deve primeiro adaptar um terrário, que se assemelha a um aquário, porém especializado para répteis. Considerando que pítons são cobras de uma dimensão grande você precisa usar o bom senso na hora de adquirir seu terrário embora sejam animais que vivem bem em ambientes relativamente pequenos não podemos exagerar. Um tamanho bom é de 3 x 1 x 1,5. Você nunca vai conseguir um terrario o qual a cobra consiga se esticar total dentro levando em conta que é muito grande porém ela não pode ficar espremida.Há pessoas que disponibilizam um quarto só para o animal porém isso não é necessário se tiver essa possibilidade e quiser sinta-se a vontade.

Dentro do terrário é que você vai se preocupar com a decoração que vai ser importante tanto para a estética como para que o animal viva uma vida saudável e possa atingir sua longevidade (até 30 anos) e sintam-se confortável.Para isso você deve colocar rochas, madeiras, troncos, plantas sejam elas naturais ou artificiais. Normalmente você encontra esses utensílios em pet shop mesmo, porém você deve ficar atento quanto às rochas e os troncos para que não seja pontiagudo se for colocar espécies naturais pois algumas podem não se adaptar bem ou podem ser venenosas e vir a matar seu animal.Disponibilize bem esses itens dentro do aquário porém não coloque muito deixe sempre um espaço livre para que ela possa se mexer. E tudo que você colocar do terrário é preciso ter certeza que esteja fora de contaminação de parasitas.Se o terrário for grande certifique-se de colocar ambientes onde ela possa se refugiar pois répteis gostam de se esconder as vezes e ficarem em paz.

Como bons ectotémicos vão precisar de aquecimento para manter a temperatura corpórea que é varia de manha costuma ser 25º a 28ºC e quando esta de noite chega a 31ºC, porém o ideal é você sempre acompanhar essa temperatura com um termômetro para dar certeza.Mantenha a temperatura do aquário com uma lâmpada própria de preferência UV que vai ajudar o animal a absorver vitamina D já que ele num vai ficar exposto ao Sol, mas é importante que você o coloque no sol pelo menos 1 hora ao dia.

A umidade é outro fator importante já que elas podem ter muitos problemas respiratórios recomenda-se que seja alta essa umidade de 60% a 70%.
A alimentação delas consiste em mamíferos no geral como camundongos e coelho, pode ser dado também galinha, roedores enfim na natureza comem de veados a humanos.

Elas matam suas presas por constrição ou seja asfixiam para então comer, as atividades costumam ser noturnas.Filhotes devem ser alimentados diariamente, adultos podem ficar mais tempo sem se alimentar.

Um animal extraordinário para quem curte, muito requisitado em lojas para a venda, porém sempre se certifique se esta legalizada com o IBAMA o que é muito importante e divirta-se aprendendo com esses animais!!!

Alimentação de uma Pogona

 
O Dragão Barbado (Bearded Dragon, Pogona vitticeps) é um onívoro, ou seja, ele precisa de uma dieta equilibrada, de carne e vegetais. O dragão filhote come principalmente pequenos insetos, mas quando cresce necessita comer mais matéria vegetal. A dieta de um dragão juvenil (2-4 meses de idade) será composta de 80% insetos e 20% vegetais. Dragões jovens devem ser alimentados 2-3 vezes ao dia. Se a comida for insuficiente, os dragões jovens podem beliscar a cauda e os pés de seus companheiros de terrario.

Fontes carne na dieta do Dragão Barbado (ou Barbudo) podem incluir pinkies - ratos neonatos (para adultos) e insetos, tais como:

Grilos, gafanhotos recém eclodidos para jovens
  • Tenébrios
  • Larva da Cera - ricos em gordura, assim alimentar com moderação
  • Minhocas
  • Baratas
Insetos com muda recente são mais fáceis para o seu Dragão Barbudo digerir. Você deve complementar a alimentação com um suplemento de cálcio (carbonato de cálcio em pó ou gluconato de cálcio) 3-5 vezes por semana para adultos, todos os dias para os juvenis. Os insetos também devem passar pelo processo de "gut-loaded", que significa que os insetos recebem alimentos nutritivos e ricos em vitaminas antes de serem dados para o dragão. Alimente os insetos com legumes, farelo de milho, cenoura, batata doce, couve, folhas de mostarda, brócolis, espinafre, maçã, laranja, cereais e aveia. Vários produtos comerciais, formuladas para serem ricos em cálcio e vitaminas, também podem ser utilizados para alimentação de insetos intestino carga. Insetos podem ser comprados ou capturados (cuidado com o uso de pesticidas).

Você Sabia?
Sirva os insetos colocando-os em uma tigela pequena. Após a alimentação, verifique se nenhum dos insetos escapou e sujou o reservatório de água do terrário. Você também pode usar uma pedra de alimentação específica, que não deixa os insetos escaparem a te o você estar pronto para alimentar seu dragão. Por questões de higiene, alguns criadores preferem manter uma gaiola separara para alimentação com carne.

Alimentos fontes da carne
Certifique-se o tamanho do alimento alimentá-lo é proporcional ao tamanho do seu dragão. Desnutrição, apreensões e bloqueios intestinais pode ocorrer se filhotes e juvenis são alimentados com insetos muito grande para capturar ou digerir.

Alimentos fontes vegetais
Matéria vegetal devem constituir cerca de 20% da dieta do seu dragão e deve incluir principalmente vegetais de folhas verdes. Você pode também incluir vegetais. A fruta deve corresponder a menor porção da dieta. Corte ou rasgue legumes e frutas em pedaços pequenos e misture-os para incentivar o seu dragão a comer tudo o que é oferecido, e não apenas escolher sua comida favorita. Segue uma lista de alguns alimentos dragão popular à base de plantas.
Verduras Vegetais Frutas
  • escarola 
  • couve 
  • acelga 
  • salsa 
  • trevo 
  • cubos de alfafa 
  • mostarda 
  • beterraba, apenas ocasionalmente 
  • espinafre apenas ocasionalmente 
  • NUNCA alface
  • brócolis 
  • quiabo 
  • ervilhas 
  • vagens 
  • abobrinha 
  • abóbora 
  • cenouras raladas 
  • batata doce 
  • pimentão 
  • vegetais misturados congelados 
  • figos 
  • kiwi 
  • mamão 
  • melão 
  • maçãs 
  • uvas 
  • datas 
  • pêssegos 
  • damascos 
  • morangos 
  • (Sem sementes) 
  • ameixas 
  • tomates 
  • bananas (com casca) 
Dietas preparadas Rações preparadas são enriquecidos com níveis ótimos de vitaminas e minerais, por isso não os suplementos alimentares são necessárias outras.

Pogona Vitticeps ( Dragão Barbudo )

Reino: Animalia   
Filo: Chordata   
Classe: Sauropsida   
Ordem: Squamata   
Família: Agamidae   
Género: Pogona 
Espécie: Pogona vitticeps


Esperança média de vida: 7 a 12 anos.    
Tamanho em adulto: Pode atingir os 60 centímetros.
Habitat natural: O dragão barbudo é originário da Austrália. Pode ser encontrado em zonas semi-desérticas, florestas secas e planícies de vegetação rasteira semelhantes a savanas. Esta espécie é semi-arborícola e passa grande parte do seu tempo em árvores mortas e ramos secos, onde pode passar largas horas ao sol.
Temperamento: É uma espécie bastante dócil e interactiva, é social e bem conhecida pela sua enorme energia e actividade. Isto, aliado ao variadíssimo número de padrões e a facilidade em mantê-los em cativeiro, tornou os dragões barbudos num dos animais de estimação de eleição para os amantes de répteis.


Terrário

Dimensões
: Devido à sua grande actividade esta espécie precisa de algum espaço. Para dragões pequenos e a título temporário, um terrário de 45*45*30 cm (comprimento*profundidade*altura), e em adultos 90*45*45 cm (mais uma vez C*P*L) será o ideal. É de salientar que estas são as medidas indicadas para apenas um dragão. É altamente desaconselhado manter dois machos juntos, mesmo que em juvenis tolerem a presença um do outro, ao crescerem rapidamente se tornaram agressivos e as lutas serão mais que frequentes.


Substrato: Talvez o ponto mais discutível no que concerne ao terrário de dragões barbudos.
Em bebés e juvenis os dragões papel é indiscutivelmente o substrato ideal. Em adultos apesar de, pelos hábitos e pelo tamanho o risco de obstrução por ingestão de substrato diminuir, não deixa de existir, tenha atenção no uso de areia ou outro substrato solto. Poderá usar pedras, repti-carpet e, claro, papel.

Iluminação: Sendo desértico e tendo o hábito de passar largas horas ao Sol, este lagarto tem grandes necessidades de ultravioletas. Como tal, é aconselhado o uso de lâmpadas com factor de UV 10.0 ou 8.0, não menos. É importante que esta lâmpada seja instalada dentro do terrário e a luz incida directamente sobre o dragão, a existência de ecrãs ou vidros impede a transmissão dos ultravioletas. Há ainda que acrescentar que tem de haver, no mínimo dos mínimos, um local onde o dragão se consiga posicionar a menos de 30 cm da lâmpada, uma vez que a partir desta distância a dissipação de raios UV já é muito grande. Esta iluminação deve ser substituída de seis em seis meses uma vez que estas lâmpadas vão perdendo capacidade de emissão de ultravioletas. Foto período: Verão: 14 horas de luz, 10 de noite; Inverno: 12 de dia e 12 de noite.

Aquecimento: É crucial assegurar um bom aquecimento. Uma vez que este animal tem os sensores térmicos na parte de cima do dorso e cabeça, o ideal será o aquecimento ser feito por lâmpada. Pessoalmente aconselho as lâmpadas de cerâmica devido à sua maior eficiência, ao não emitirem de luz de espectro visível (embora se diga que os répteis não conseguem ver os IV’s, esta temática é ainda alvo de alguma discussão) e, por fim, devido à sua maior durabilidade.
Principalmente nos terrários definitivos (onde há espaço para isso) é importante criar um basking spot, que consiste na zona mais quente do terrário, onde o dragão se irá deitar sobre o calor intenso de uma lâmpada (lâmpada de spot). Temperatura diurna: Lado quente: 32ºC a 35ºC; Lado frio: 25ºC a 28ºC; Spot: 38ºC a 41ºC. Temperatura nocturna: 21ºC a 24ºC.

Decoração do terrário: Esta questão deve ser abordada com a devida cautela, o objectivo é assegurar ao nosso animal um espaço onde ele possa recriar todas as actividades que teria no seu meio natural. Troncos, pedras e algum espaço amplo para poderem movimentar-se à vontade são elementos essenciais. Depois, os habituais esconderijos. Quanto ao bebedouro, não é preciso um grande recipiente uma vez que isto será um incentivo a frequentes banhos e os dragões não são muito higiénicos, ou seja, muitas vezes defecam na água, por isso é preciso especial atenção com os bebedouros, é importante lavar o recipiente e mudar a água assiduamente.


 Reprodução:

É uma espécie ovípara. A época de acasalamento decorre de Setembro a Março (meses que coincidem com a Primavera e o Verão, na Austrália). A postura de 13 a 24 ovos, normalmente, é depositada num buraco escavado pela própria fêmea. Esta pode realizar várias posturas anuais e, uma vez que consegue armazenar sémen, pode realizar várias posturas a partir de um único acasalamento. Em cativeiro, o período de incubação é de 55 a 75 dias. Atingem a maturidade sexual com um ou dois anos de idade. 
Período de incubação: 55-75 dias. Número de crias: 13-24. Maturidade sexual: 1-2 anos.
Chaves de características reprodutivas: ovíparo; sexual; dióico; fertilização interna.